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Gramsci, vida e obra

[CURSO ONLINE] GRAMSCI, VIDA E OBRA

3 a 6 de junho das 9h às 12h

Valor: R$50,00

 Inscrições no link com 10% de desconto: https://bit.ly/GramsciOnline

Material de apoio: https://elahp.com.br/download-category/gramsci/

No dia 4 de junho de 1928, Antonio Gramsci foi condenado a 20 anos, quatro meses e cinco dias de prisão.

Nos dias 3, 4, 5 e 6 de junho de 2020, a Escola Latino Americana de História e Política e a Caixa de Ferramentas oferecerão o um curso intitulado GRAMSCI, VIDA E OBRA.

Os professores serão os mesmos do curso LENIN 150 ANOS, VIDA E OBRA: Valter Pomar e Breno Altman

Programação

3 de junho, quarta, 9 às 12h
GRAMSCI ANTES DE SER PRESO (1891-1928), Valter Pomar

4 de junho, quinta, 9 às 12h
GRAMSCI, CÁRCERE E MORTE (1928-1937), Valter Pomar

5 de junho, sexta, 9h às 12h
A RECONSTRUÇÃO DE GRAMSCI NO PÓS-FASCISMO, Breno Altman

6 de junho, sábado, 9h às 12h
GRAMSCI E A ESQUERDA PÓS-SOVIÉTICA, Breno Altman

 

Nicos Poulantzas e a teoria política marxista

matrículas encerradas, assista pelo canal youtube.com/elahp (sem interação com as/os docentes)

Curso on line.
Matriculadas/os pelo ZOOM através de código fornecido pela ELAHP com direito a interação com as/os docentes.
Aulas abertas pelo www.youtube.com/elahp sem interação com as/os docentes.

Contribuição
A ELAHP é uma iniciativa  autossustentável e sem fins lucrativos.
Todas/os docentes da ELAHP são voluntárias/os e não recebem qualquer renumeração.
Para este curso a contribuição OPCIONAL é de R$ 25,00.
No ato da matrícula para aquelas/es que não podem pagar selecionem a opção Sem doação

Horário das aulas: das 14:00 às 16:30 horas

2 de junho, terça
Aula 1 – A obra de Nicos Poulantzas: inovação e avanço na teoria política marxista – Armando Boito Jr. (Docente Unicamp)

Nicos Poulantzas, particularmente na sua obra Poder político e classes sociais, promoveu um grande desenvolvimento da teoria marxista. Karl Marx nos legara, além de teses gerais sobre a sociedade e a história, a teoria da economia capitalista, do seu desenvolvimento e de suas crises tal qual essa teoria está exposta na sua obra O Capital. E a teoria da política na sociedade capitalista? Para essa, embora o próprio Marx, além de Engels, Lenin, Gramsci, Mao e outros nos tenham legado teses e conceitos fundamentais, faltava sistematizar, sintetizar, retificar e desenvolver tais conceitos, cotejá-los com o material historiográfico disponível, confrontá-los com as teorias políticas dominantes e assim se chegar a uma teoria política marxista. Esse foi o trabalho a que se propôs Nicos Poulantzas. E ele pôde conceber tal projeto intelectual porque se beneficiou da renovação teórica do marxismo promovida pelos trabalhos do grupo reunido em torno do filósofo Louis Althusser na década de 1960. Vamos examinar ao longo deste curso o projeto intelectual de Poulantzas, analisá-lo nas suas diferentes dimensões, e verificar se ele foi bem-sucedido.

3 de junho, quarta
Aula 2 – Os tipos de Estado e as particularidades institucionais do Estado capitalista – Prof. Francisco Farias (Docente da UFPI)

Nicos Poulantzas evidencia, de maneira inovadora, que o Estado capitalista contém traços originais que o diferenciam dos tipos de Estado precedentes – o Estado escravista e o Estado feudal. A nossa exposição será centrada na obra principal de Poulantzas, Poder Político e Classes Sociais, e terá por objetivos: (i) desenvolver um comentário de sua formulação sobre a função geral do Estado, presente no capítulo: “Sobre o conceito de político”; (ii) sintetizar a análise de Poulantzas sobre os efeitos institucionais da estrutura jurídico-político do Estado capitalista, em particular o efeito de isolamento – pela constituição jurídica do indivíduo autônomo -, e o efeito de representação da unidade – pela reunião dos indivíduos isolados no coletivo abstrato do povo-nação, em oposição ao coletivo concreto da classe social; a aula irá se concentrar na parte II do livro citado: “O Estado capitalista”; (iii) analisar a crítica de Poulantzas à tipologia de Max Weber sobre o Estado e destacar a posição poulantziana na construção do significado de tipo de Estado, forma de Estado e regime político, constantes no capítulo: “Tipologia e tipo de Estado capitalista”.

4 de junho, quinta
Aula 3 – O conceito de bloco no poder: fração burguesa e hegemonia política – Francisco Farias (Docente da UFPI) e Caio Bugiato (Docente da UFRRJ)

Nicos Poulantzas evidencia, em suas obras teóricas e de análise histórica, que a burguesia não é uma classe social homogênea e, partindo de Marx e dos clássicos do marxismo, depura e sistematiza o conceito de fração burguesa. A nossa exposição, na primeira parte, visa fazer um comentário aos principais textos de Poulantzas sobre a questão da fração de classe burguesa, procurando destacar como o autor analisa as condições de constituição e emergência da fração de classe dominante.  A segunda parte busca indicar a questão em Poulantzas dos diferentes sistemas de fracionamento da classe dominante e a articulação desses fracionamentos, expressa pela hegemonia no interior do bloco no poder. O resultado global da nossa discussão pretende tornar plausível a proposição de que a análise de conjuntura da formação social capitalista, em período de estabilidade histórica, remete, em última instância, ao conflito de interesses de frações burguesas ou à disputa de programas variantes de desenvolvimento capitalista – os chamados projetos de Nação.

5 de junho, sexta
Aula 4 – O Estado capitalista de exceção e suas formas: ditadura fascista e ditadura militar- Prof.  Danilo Martuscelli (Docente da UFFS)

A noção de Estado capitalista de exceção (ditaduras) e suas formas (ditadura militar, ditadura fascista) tem uma história na obra de Nicos Poulantzas. Em Poder político e classes sociais, publicado em 1968, já se fazem presentes as primeiras reflexões sobre as formas de Estado de um dado tipo de Estado – escravista, feudal, capitalista – e sobre o “assim chamado fenômeno totalitário”. Mas é com a publicação de Fascismo e ditadura: a III Internacional Comunista face ao fascismo, publicado em 1970, que o tema ganha densidade analítica e Poulantzas formula também de maneira original a tese do fascismo como forma de Estado capitalista de exceção, fenômeno que se expressa por meio de uma crise política típica do estágio imperialista e que exercerá papel fundamental na reorganização da hegemonia política do bloco no poder. Em A crise das ditaduras: Portugal, Grécia e Espanha, lançada em 1975, Poulantzas dá prosseguimento ao debate sobre as formas de Estado de exceção e analisa o fenômeno da ditadura militar e de sua crise em três formações sociais europeias. É a partir deste debate que nos propomos a: a) discutir o lugar e o estatuto teórico do conceito de forma de Estado de exceção na teoria política marxista; b) observar as similitudes e diferenças conceituais existentes entre as ditaduras fascista e militar; e c) debater a atualidade das reflexões feitas por Poulantzas sobre as formas de Estado de exceção para a análise do capitalismo contemporâneo.

8 de junho, segunda
Aula 5 – O imperialismo e o Estado-nação no capitalismo contemporâneo – Prof. Caio Bugiato (Docente da UFRRJ)

Retomamos brevemente os conceitos de Estado capitalista, de bloco no poder e de fracionamento da classe dominante de Nicos Poulantzas, de modo a enfatizar o aspecto do Estado-nação. Assim, pretendemos evidenciar que o Estado capitalista, tanto nas sociedades nacionais quanto na economia capitalista mundial, é imprescindível para a dominação e a exploração por parte da classe dominante. Nesse sentido, o Estado assume papel central na internacionalização do capital e na intromissão em assuntos domésticos de países mundo afora. Processo esse que Poulantzas, seguindo a tradição marxista, chama de imperialismo. Contida em duas de suas principais obras, As classes sociais no capitalismo hoje e A crise das ditaduras: Grécia, Espanha e Portugal, sua concepção de imperialismo se destaca:  distinta de outras concepções do pós-II Guerra Mundial, avança a partir da teoria do imperialismo de Lenin no entendimento das relações entre as potências capitalistas e a condição dos países periféricos. Qual é a importância dessa teoria? Ela é essencial para entender, na perspectiva da luta de classes, a complexidade do capitalismo mundial contemporâneo.

9 de junho, terça
Aula 6 – As burguesias no sistema econômico e político internacional- Profa. Tatiana Berringer (Docente, UFABC)

Esta aula contempla o complexo tema da caracterização da classe capitalista nos níveis nacional e internacional e do suposto processo de declínio do Estado (capitalista) nacional. Pretende-se apresentar o debate entre Nicos Poulantzas e Ernest Mandel nos anos 1970, bem como a atualização das ideias e conceitos daquele para analisar as relações internacionais contemporâneas. Faremos uma contraposição às teses de globalização, burguesia mundial e classe transnacional. O objetivo é demonstrar como a internacionalização produtiva alterou a relação entre classes e frações de classes na economia política internacional, e como a existência de empresas multinacionais (baseadas em investimentos externos diretos, processos de fusões e aquisições) não eliminam a existência e os conflitos entre as burguesias nacionais/locais, e, tampouco, os processos de integração regional como a União Europeia levam à formação de burguesias e Estados supranacionais. 

10 de junho, quarta
Aula 7 – As classes trabalhadoras: a classe operária, a antiga e a nova pequena burguesia – Prof. Sávio Cavalcante (Docente da Unicamp)

Nicos Poulantzas distingue diferentes classes sociais no interior do conjunto amplo e heterogêneo que muitos autores marxistas denominam genericamente “trabalhadores” ou “classe trabalhadora”. Esta aula irá tomar como base o aparato conceitual desenvolvido pelo autor em As classes sociais no capitalismo de hoje, publicado em 1974. Trata-se de uma obra até hoje importante, porque, além de oferecer uma análise inovadora da burguesia, matéria já examinada em outras aulas deste curso, nessa mesma obra, o autor oferece uma resposta inovadora ao desafio colocado por teorias liberais da estratificação social, as quais afirmavam ser o crescimento da classe média uma refutação da teoria marxista das classes sociais. Poulantzas critica tais teorias, mas reconhece que muitas análises marxistas não enfrentavam diretamente o problema, pois se recusavam a abandonar a concepção segundo a qual haveria uma “classe trabalhadora” fundamentalmente homogênea. Como alternativa, buscou identificar as determinações econômicas, políticas e ideológicas que separam os trabalhadores em classe operária (proletariado), pequena burguesia (capital e trabalho reunidos em um só agente) e nova pequena-burguesia (assalariados não-manuais improdutivos ou produtivos). Iremos apresentar as potencialidades que sua formulação ainda fornece para explicar a configuração das classes no capitalismo no século XXI e também algumas críticas que foram dirigidas a essa elaboração de Poulantzas.

11 de junho, quinta
Aula 8 – A questão da transição ao socialismo no primeiro e no último Nicos Poulantzas- Profa Angela Lazagna (Doutora Ciência Política, Unicamp)

Qual é o lugar do Estado e da revolução política no processo de transição ao socialismo? A análise poulantziana do papel do Estado na reprodução social capitalista evidencia a sua convergência com a teoria do Estado e da revolução política desenvolvida por Vladimir I. Lenin em seu clássico O Estado e a revolução. Da tese poulantziana sobre a complementaridade estrutural entre a instituição do Estado capitalista e as relações de produção capitalistas decorre, necessariamente, a tese teórica e política da necessidade da destruição do Estado capitalista como o passo fundamental para o início da transição socialista. A liquidação do burocratismo e do direito burguês – cuja ação produz as condições ideológicas para a reprodução do capitalismo – aparece como fulcral à estratégia revolucionária. No entanto, Poulantzas rompe mais adiante com essas teses e adere, tal como os partidos comunistas de diversos países europeus à assim chamada tese da “via democrática ao socialismo”. Essa mudança de posição encontra uma reflexão acabada no livro O Estado, o Poder, o Socialismo de 1978. Nesta obra, o Estado é considerado uma condensação material das relações de classe, e não mais uma estrutura. Nossa aula irá contemplar essas duas fases teóricas e políticas e os debates que elas ensejam.

12 de junho, sexta
Aula 9 – A análise poulantziana da política brasileira – Prof.  Armando Boito Jr. e Profa. Tatiana Berringer

A obra de Nicos Poulantzas tem um impacto importante na bibliografia brasileira de Ciências Sociais. O seu arcabouço teórico é estudado e utilizado por muitos pesquisadores brasileiros, em diferentes Estados e instituições culturais, partidárias e universitárias do país. Nesse universo, vamos destacar a produção de um grupo de intelectuais que lecionam ou estudaram na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e que mobilizaram a teoria política marxista, tal qual ela foi desenvolvida por Poulantzas, para analisar a história política brasileira. Essas pesquisas, que compõem o que alguns denominam a “Escola Poulantziana de Campinas”, buscaram ao mesmo tempo aplicar e desenvolver os conceitos elaborados por Poulantzas para trazer novas interpretações sobre o desenvolvimento e a dinâmica do capitalismo nacional. A “Escola de Campinas” produziu uma série de teses sobre a política brasileira. Foram examinados sob uma luz teórica nova a questão da revolução burguesa no Brasil, o poder de Estado no período pré-1930, a Revolução de 1930, o período desenvolvimentista, a ideologia nacionalista, as crises políticas da história republicana, o bloco no poder no período neolibera e no interregno de governos encabeçados pelo PT, a política externa do Estado brasileiro e muitos outros temas. Um ponto que merece destaque é o fato de esses trabalhos, embora recusando a ideia da existência de uma burguesia nacional, defenderem a persistência no Brasil de uma fração burguesa que mantém conflitos com o capital estrangeiro. Seria uma fração ao mesmo tempo dependente do capital externo, mas necessitada de proteção do Estado para poder preservar sua posição no capitalismo dependente brasileiro. Para caracterizá-la esses trabalhos recorrem ao conceito poulantziano de burguesia interna. Os estudos desses autores dão importância para o trabalho de pesquisa empírica e polemizam com muitas das teses correntes na Sociologia e na Ciência Política brasileira.

Lenin 150 anos – Vida e Obra 1870-2020

Vladimir Ilyich Ulyanov, mais conhecido como Lênin, nasceu no dia 22 de abril de 1870.

Viveu no exílio boa parte de sua vida, dedicada a organização da social-democracia revolucionária em seu país, a Rússia.

Foi um dos principais construtores da Revolução Russa de 1917, da Internacional Comunista em 1919 e da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas em 1922.

Lênin morreu em 21 de janeiro de 1924, aos 53 anos.

Cento e cinquenta anos depois de seu nascimento, a Escola Latino Americana de História e Política e a Caixa de Ferramentas convidaram Breno Altman e Valter Pomar para debater a vida e a obra de Lênin.

O curso está estruturado em cinco módulos.

1º módulo cobrirá o período que vai do nascimento de Lênin até os desdobramentos do Segundo Congresso do Partido Operário Social Democrata Russo.

2º módulo tratará do período que vai dos antecedentes da Revolução de 1905 até a eclosão da Primeira Guerra Mundial.

3º módulo analisará a evolução do pensamento e da ação de Lênin, da Guerra Mundial até o final da Guerra Civil.

4º módulo debaterá os dilemas vividos por Lênin nos seus últimos anos de vida, com destaque para a Nova Política Economica.

5º e último módulo discutirá a disputa em torno do legado de Lênin, logo após a sua morte e até os dias atuais.

 

Valter Pomar é professor de relações internacionais na UFABC. Breno Altman é diretor do Opera Mundi.

Lenin, vida e obra: 1870-1920 é o nome do primeiro curso feito pela parceria ELAHP e Caixa de Ferramentas.

Matrículas Abertas em
https://www.sympla.com.br/curso-online-lenin-150-anos—vida-e-obra-1870-2020__835800

 

 

Feminismos, Resistência e Lutas no Brasil dos Retrocessos

Parceria

Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação – Rio de Janeiro

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação – Rio de Janeiro

Clique e faça sua inscrição

Contribuições: somos uma iniciativa sem fins lucrativos e autossustentável, a contribuição tem como objetivo manter os custos operacionais da Escola.
Contribuição Normal: A vista R$ 100,00 ou R$ 120,00 em até 5 vezes
Contribuição Solidária: A vista ou parcelado R$130,00
Professoras/es da rede: 20% de desconto
Estudantes: 30% de desconto
Professoras/es filiadas/os ao SINPRO-RJ e SEPE: 40% de desconto
Para ter direito envie um email com qualquer comprovante para matricula@elahp.com.br
Bolsas especiais: desempregados/as, envie uma mensagem expondo sua situação para matricula@elahp.com.br

Certificados: são emitidos certificados para alunas/os com frequência mínima de 70%

Local: SINPRO-RJ, R. Pedro Lessa, 35 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Sempre aos sábados, das 9h às 13h

Coordenação Pedagógica : Jaqueline Gomes de Jesus e Roberta Calixto – Professoras: Elisa Guaraná, Jaqueline de Jesus, Luena Pereira, Moema Guedes, Roberta Calixto

Ementa

Introduzir na discussão teórico-metodológica de diferentes linhas de pensamento e ação feministas, contextualizadas pelas práticas de mulheres feministas. Fundamentação teórica básica e aplicações práticas do Feminismo, com foco nos feminismos de terceira onda e contemporâneos, considerando a conjuntura de lutas feministas local, nacional e global. De que maneira os pensamentos feministas foram se construindo. Processos históricos e a disputa por uma construção anti-imperialista, anti-racista e anti-liberal do pensamento e ação feministas. Feminismo e a luta pelo socialismo. Dentro da lógica dicotômica e hierárquica do pensamento hegemônico nos países imperialistas, aqueles que foram assinalados como “sul” – colonizado e “subdesenvolvido” – só existem em oposição ao “norte” -imperialista e “desenvolvido” -, que constantemente é o único legitimado como produtor de conhecimento. Essa lógica divisão hierárquica se estende também a outras construções sociais: classe, raça, gênero e sexualidade são alguns dos atravessamentos que influenciam as experiências das/os sujeitas/os em suas vivências.

1ª aula – 14/3– O surgimento do feminismo: contradições de classe e raça na Primeira Onda do Feminismo. – Surgimento do Feminismo. Sufragismo e abolucionismo. A primeira Onda Feminista. Divisão do Feminismo. Criação de Sindicatos de mulheres. Os feminismos: Burguês (as sufragistas) e Socialistas. Público X privado. Patriarcalismo. O Feminismo no Brasil as primeiras organizações de mulheres por direitos.
Professoras Jaqueline de Jesus, Elisa Guaraná e Moema Guedes

2ª aula – 21/03 – A Segunda Onda do Feminismo e suas contradições: a luta pela igualdade no mundo do trabalho e o direito ao corpo – Década de 1960 – 1980 – Segunda Onda Feminista. O direito ao corpo, a luta pelo aborto. As organizações feministas. As formas de exploração e dominação da divisão sexual do trabalho. As diferenças de condições de trabalho e as reivindicações das mulheres nos sindicatos. Feminismos e contradições de classe: a) liberais (reformistas), b) socialistas (capitalismo e patriarcado) e c) radicais: abolição do patriarcado como o principal bandeira. As organizações feministas no Brasil.
Professora – Jaqueline de Jesus

3ª aula – 28/3 – Feminismo, o Pensamento de(s)colonial e as lutas anticoloniais – Formação do Estado moderno e o mito da modernidade; Lutas anticoloniais na América Latina; Primeiras formulações do pensamento decolonial: negritude, panafricanismo e feminismo negro; a crítica ao “feminismo universal”. O Pensamento feminista negro: as precursoras brasileiras.
Professora – Luena Pereira

4ª aula – 04/4 – A formação do pensamento feminista negro brasileiro na década de 70 e as formas de luta em um Brasil racista – Brasil e o mito da Democracia Racial. A importância de se construir mitos: o quilombismo. Amefricanidade: formação do pensamento feminista negro a partir de perspectivas sul-sul; a crítica ás “ondas feministas” e seus processos de exclusão. As primeiras organizações do movimento negro. Mulheres, negras e feministas : a luta por um feminismo negro no Brasil.
ProfessoraRoberta Calixto

5ª aula – 18/4 – Feminismo e o Pensamento decolonial a partir da Década de 1980 – O decolonialismo e o desenvolvimento do conceito de interseccionalidade; críticas à heteronormatividade, Estado-nação, modelo único de família; perspectivas latinas; Transfeminismo.
Professora Jaqueline de Jesus

6ª aula – 09/5 – Os desafios para o feminismo no Sec. XXI : Feminismos e neoliberalismo o aprofundamento da exploração de classe. – A persistência das formas de exploração e dominação da divisão sexual do trabalho. Mulheres cuidadoras, a naturalização do trabalho “feminino” e sua desvalorização. O avanço da terceirização e da precarização: novas formas das velhas formas de exploração do trabalho das mulheres. O avanço das formas neoliberais de exploração do trabalho. As lutas feministas contra o avanço neoliberal. O feminismo e a classe trabalhadora o desafio de um feminismo popular no Brasil. Paradigma do “pós feminismo” ou feminismo de consumo.
Professora Elisa Guaraná

7ª aula – 16/5 – Os desafios para o feminismo no Sec. XXI : Feminismos e os novos processos de luta e resistência – A trajetória dos direitos e políticas públicas conquistados pós Constituição de 88 e seus desmontes. A onda conservadora feminismo e religião. A “ideologia de gênero” e o avanço conservador nas escolas. O uso das pautas feministas na disputa ideológica e eleitoral. As organizações feministas e de mulheres no Brasil dos retrocessos. Caminhos para o enfretamento da onda fascista. Feminismo da Diferença e feminismo dos 99%. Os desafios aos feminismos no séc. XXI. Por um feminismo socialista, anti-racista e não heteronormativo. Movimentos de mulheres trans e travestis em uma perspectiva política transfeminista.
Professoras Jaqueline de Jesus, Roberta Calixto e todas as demais

Como domina a classe dominante (Rio de Janeiro)

Parceria

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação – Rio de Janeiro

Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região

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Contribuições: somos uma iniciativa sem fins lucrativos e autossustentável, a contribuição tem como objetivo manter os custos operacionais da Escola.
Contribuição Normal: A vista R$ 100,00 ou R$ 120,00 em até 5 vezes
Contribuição Solidária: A vista ou parcelado R$130,00
Professoras/es da rede: 20% de desconto
Estudantes: 30% de desconto
Professoras/es filiadas/os ao SEPE e Sinpro-RJ: 40% de desconto
Para ter direito envie um email com qualquer comprovante para matricula@elahp.com.br
Bolsas especiais: desempregados/as, envie uma mensagem expondo sua situação para matricula@elahp.com.br

Certificados: são emitidos certificados para alunas/os com frequência mínima de 70%

Local: SEPE Central, Rua Evaristo da Veiga, 55 – 8º andar – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Sempre aos sábados, das 14h às 18h


Coordenação Pedagógica – Elisa Guaraná

1ª aula – 14/3 – O golpe de 2016 e seus ensinamentos para a esquerda. Um breve panorama da história do Brasil (ou de como domina a classe dominante). O governo Bolsonaro e a história do Brasil. O golpe de 2016, a condenação/prisão/interdição de Lula, a campanha de 2018. Golpes na história do Brasil. Apresentação do programa do curso.
Profa. Maria Carlotto

2ª aula – 21//03 – Pensamento da Classe Dominante Brasileira – As escolas e construções do pensamento da classe dominante no Brasil. A institucionalização do pensamento dominante. As escolas econômicas liberais. ESALQ e Pensa o pensamento centros de produção de conhecimento e ideologia agrícola e agrária.
Professores Antonio Jose Alves e Regina Bruno.

3ª aula – 28/3 – A “questão militar”. Militares na República Velha. Tenentismo, Revolução de 30 e Estado Novo. Segunda Guerra, papel dos Estados Unidos, a tradição golpista até 1964. A ditadura civil-militar. Militares na redemocratização neoliberal. Militares nos governos Lula e Dilma. Os militares e o golpe de 2016. A esquerda e os militares ao longo da história republicana do Brasil.
Prof. José Genoíno – a confirmar

4ª aula – 04/04 – Ideologia, cultura, educação e comunicação. Como se produziram e como se difundiram as visões de mundo da classe dominante, ao longo da história republicana. Jornais e imprensa antes de 64. A relação entre a ditadura e os meios de comunicação. Os meios de comunicação na defesa do neoliberalismo. Os meios de comunicação na oposição aos governos Lula e Dilma. Os meios de comunicação e o golpe de 2016. A esquerda e os meios de comunicação ao longo da história republicana do Brasil.
Professores Orlando Guilhon e Fátima Lima

5ª aula – 18/04 – O sistema de justiça. O sistema de justiça antes de 64 e durante a ditadura civil-militar. O debate sobre o sistema de justiça no Congresso Constituinte de 1987-1988. Poder Judiciário e neoliberalismo. Sistema de justiça durante os governos Lula e Dilma. O sistema de justiça e o golpe de 2016. O PT e o sistema de justiça. Sistema de justiça e exceção na contemporaneidade.
Prof. Wadih Damous

6ª aula – 25/04 – O papel do Estado e de outros aparatos na dominação. O papel dos diferentes ramos da burocracia de estado (empresas, administrações eleitas, burocracia permanente, agências etc.) e suas alterações, ao longo da história, especialmente no período neoliberal. O papel do Legislativo, desde o “voto de cabresto” até o “financiamento empresarial”, incluindo a presente hegemonia da bancada ruralista burguesa.
Professores Dulce Pandolfi  e Olavo Carneiro

7ª aula – 09/5 – Esquerdas e direitas no Brasil. Classes e luta de classes no Brasil- Anarquismo, comunismo, trabalhismo e petismo. Os diferentes desenvolvimentismos. O liberalismo. A extrema direita. As polêmicas atuais na esquerda brasileira. Classes dominantes e dominadas. Frações de classe da burguesia e a luta das classes trabalhadoras. O imperialismo e a dependência. O papel do Estado. O governo Bolsonaro e a história do Brasil.
Professores Orlando Guilhon e José Luis Fevereiro

História do Brasil e América Latina 1980-2020 (Tocantins)

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Contribuições: somos uma iniciativa sem fins lucrativos e autossustentável, a contribuição tem como objetivo manter os custos operacionais da Escola.
Contribuição Normal: R$ 25,00
Estudantes e trabalhadoras/es rurais: R$10,00 (fazer a matrícula normalmente e levar o comprovante no primeiro dia de aula)
Bolsas integrais: desempregados/as, envie uma mensagem expondo sua situação para matricula@elahp.com.br

Certificados: são emitidos certificados para alunas/os participantes dos 2 dias

Local: CUT Tocantins
Quadra 103 Norte Rua NO 07, Lote 20, Palmas – TO

Prof. Valter Pomar

Sábado, 15 de fevereiro das 14h às 18h
Domingo, 16 de fevereiro das 8h às 12h

Programação

  • O Brasil e o Mundo antes de 1980
  • A Fundação do PT
  • O Brasil nos anos 80
  • A Trajetória do PT nos Anos 80
  • O Brasil nos Anos 90
  • O PT no período neoliberal
  • O Brasil no período dos governos Lula e Dilma
  • O PT no período dos governos Lula e Dilma
  • O Brasil em tempos de golpismo – 2016 a 2019
  • O PT frente ao governo Bolsonaro

Capitalismo, imperialismo, dependência e crise

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Contribuições: somos uma iniciativa sem fins lucrativos e autossustentável, a contribuição tem como objetivo manter os custos operacionais da Escola.
Contribuição Normal: A vista R$ 90,00 ou R$ 100,00 em até 5 vezes
Contribuição Solidária: A vista R$112,50 ou R$ 125,00 em até 5 vezes
Descontos: 30% para professoras/es, estudantes e convênios. Para ter direito envie um email com qualquer comprovante para matricula@elahp.com.br
Bolsas especiais: desempregados/as, envie uma mensagem expondo sua situação para matricula@elahp.com.br

Certificados: são emitidos certificados para alunas/os com frequência mínima de 70%

Local: Rua Silveira Martins 147, cj.11, Sé. São Paulo, SP
Sempre aos sábados, das 9h às 12h30

 

  • Aula 1 – 14/março – ADIADA
    Capitalismo , História e teoria. – Prof Wladimir Pomar
  • Aula 2 – 21/março – ADIADA
    Crise do capitalismo: história e teorias. – Prof. Wladimir Pomar
  • Aula 3 – 28/março, REPROGRAMADA PARA 31 DE MARÇO 19h (ON-LINE)
    Dependência: história e teorias. – Profª Angelita Matos Souza
  • Aula 4 – 4/abril:
    Imperialismo: história e teorias. – Profª Virginia Fontes, REPROGRAMADA PARA 7 DE ABRIL 19h (ON-LINE)
  • Aula 5 – 18/abril: REPROGRAMADA PARA 14 DE ABRIL 19h (ON-LINE)
    Debate atual sobre capitalismo e crise – Prof. Vitor Schincariol
  • Aula 6 – 28/abril, 19h (ON-LINE)
    Em tempos de pandemia: crise sistêmica e alternativa sistêmica. – Prof. Valter Pomar


    Certificados somente serão emitidos para alunos(as) com frequência mínima de 70%.

 

Como domina a classe dominante (São Paulo)

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Contribuições: somos uma iniciativa sem fins lucrativos e autossustentável, a contribuição tem como objetivo manter os custos operacionais da Escola.
Contribuição Normal: A vista R$ 108,00 ou R$ 120,00 em até 5 vezes
Contribuição Solidária: A vista R$135,00 ou R$ 150,00 em até 5 vezes
Descontos: 30% para professoras/es, estudantes e convênios. Para ter direito envie um email com qualquer comprovante para matricula@elahp.com.br
Bolsas especiais: desempregados/as, envie uma mensagem expondo sua situação para matricula@elahp.com.br

Certificados: são emitidos certificados para alunas/os com frequência mínima de 70%

Local: Rua Silveira Martins 147, cj.11, Sé. São Paulo, SP
Sempre aos sábados, das 14h às 17h30

  • Aula 1 – 21/março:
    O governo Bolsonaro e a história do Brasil. O golpe de 2016, a condenação/prisão/interdição de Lula, a campanha de 2018. Golpes na história do Brasil. – Profª Jandyra Uehara 
  • Aula 2 – 28/março:
    Classes e luta de classes no Brasil Republicano. A formação histórica e econômica do Brasil. O desenvolvimento do capitalismo no Brasil. A classe dos capitalistas. A classe dos trabalhadores assalariados. A classe dos pequenos produtores. Os setores médios. Estado e capitalismo. Estado e governo. Relação governo nacional, governos estaduais e municipais. Os legislativos. – Prof. Valter Pomar
  • Aula 3 – 4/abril:
    O sistema de justiça. O sistema de justiça antes de 64 e durante a ditadura militar. O debate sobre o sistema de justiça no Congresso Constituinte de 1987-1988. Poder judiciário e neoliberalismo. Sistema de justiça durante os governos Lula e Dilma. O sistema de justiça e o golpe de 2016. Sistema de justiça e exceção na contemporaneidade. – Prof. Pedro Serrano
  • Aula 4 – 18/abril:
    Forças armadas, ontem e hoje. As forças armadas antes do golpe militar de 1964. Forças armadas durante a ditadura militar. Forças armadas na chamada redemocratização. As forças armadas hoje. – Prof. José Genoíno
  • Aula 5 – 25/abril:
    Meios de comunicação e hegemonia. Cultura, educação e comunicação como instrumentos de dominação. Quem controla as televisões, rádios, jornais, revistas, livros e internet. A formação da chamada opinião pública. – Prof. Pedro Pomar
  • Aula 6 – 9/maio:
    Esquerdas e direitas no Brasil. O que pensa a classe dominante. Escravocratas e colonizados. O liberalismo e o neoliberalismo. O desenvolvimentismo conservador. A extrema direita. O que pensam as classes dominadas. Política e religião. Anarquismo, comunismo, socialismo, trabalhismo e petismo. As polêmicas atuais na sociedade brasileira. – Prof.ª Maria Carlotto

Certificados somente serão emitidos para alunos(as) com frequência mínima de 70%.

História das Revoluções – século XX

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Contribuições: somos uma iniciativa sem fins lucrativos e autossustentável, a contribuição tem como objetivo manter os custos operacionais da Escola.
Contribuição Normal: A vista R$ 288,00 ou R$ 320,00 em até 5 vezes
Contribuição Solidária: A vista R$ 360,00 ou R$ 400,00 em até 5 vezes
Descontos: 30% para professoras/es, estudantes, ex-alunas/os da ELAHP e convênios. Para ter direito envie um email com qualquer comprovante para matricula@elahp.com.br
Bolsas especiais: desempregados/as, envie uma mensagem expondo sua situação para matricula@elahp.com.br

Certificados: são emitidos certificados para alunas/os com frequência mínima de 70%

Local: Rua Silveira Martins 147, cj.11, Sé. São Paulo, SP
Sempre aos sábados, das 9h às 12h30

  • Aula 1 – 7/março:
    Revolução Mexicana, 1910. – Profª Stephanie Weatherbee Brito
  • Aula 2 – 14/março:
    Revolução Russa, 1905-1917. – Prof. Breno Altman
  • Aula 3 – 21/março:
    Revolução Húngara, 1919. – Prof. Yuri Soares
  • Aula 4 – 28/março: REPROGRAMADA, ON LINE (MESMO DIA E HORÁRIO)
    Revolução Alemã, 1918-1923. – Prof. Valter Pomar
  • Aula 5 – 4/abril: REPROGRAMADA PARA O DIA 11 DE ABRIL, 9h, ON LINE
    Guerra Civil Espanhola, 1936-1939. – Prof. Marcelo Buzetto
  • Aula 6 18/abril:
    Revolução Chinesa, 1911- 1949. – Prof Valter Pomar
  • Aula 8 – 2/maio:
    Revolução Coreana, 1945-1953. – Prof. Diego Pautasso
  • Aula 9 – 2/maio:
    Revolução Cubana, 1953-1959. – Prof José Reinaldo
  • Aula 10 – 23/maio: 
    Revolução Argelina, 1954-1962. – Prof. Leandro Eliel
  • Aula 12 – 30/maio: CONFIRMADA
    Revolução dos Cravos, Portugal, 1974. – Prof Valério Arcary
  • Aula 7 20/junho: CONFIRMADA – online
    Guerrilha antinazista, libertação e socialismo Iugoslávia, Albânia, Leste Europeu 1941-1945. – Prof Valter Pomar
  • Aula 13 – 27/junho: CONFIRMADA
    Angola e São Tome e Princípe. – Prof Beluce Bellucci
  • Aula 14 – 04/julho: CONFIRMADA
    Moçambique, Guine-Bissau e Cabo Verde. – Prof Beluce Bellucci
  • Aula 15 – : A CONFIRMAR
    Revolução Nicaraguense, 1979. – Prof. Marcos Piva
  • Aula 11 – : A CONFIRMAR
    Revolução Vietnamita, 1936-1975. – Profª Janaina Teles
  • Aula 16 – : A CONFIRMAR
    Revolução Iraniana, 1979. – Prof. Osvaldo Coggiola

Certificados somente serão emitidos para alunos(as) com frequência mínima de 70%.

América Latina: da invasão à resistência contra o neoliberalismo

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Contribuições: somos uma iniciativa sem fins lucrativos e autossustentável, a contribuição tem como objetivo manter os custos operacionais da Escola.
Contribuição Normal: A vista R$ 234,00 ou R$ 260,00 em até 5 vezes
Contribuição Solidária: A vista R$292,50 ou R$ 325,00 em até 5 vezes
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Local: Rua Silveira Martins 147, cj.11, Sé. São Paulo, SP
Sempre aos sábados, das 14h às 17h30


Aula 1 – 7/março:
Revolução Mexicana, 1910 – Profª Stephanie Weatherbee Brito

Aula 2 – 28/março:
As guerras de independência – Profª Verena Hitner

Aula 3 – 11/abril: 
Os alicerces das formações sociais na América Latina: invasão europeia, resistência indígena, escravidão, racismo, colonialismo. – Prof. Igor Fuser

Aula 4 – 18/abril:
Dependência e desenvolvimento. As diferentes vias de desenvolvimento do capitalismo, no mundo e na América Latina. – Profª Verena Hitner

Aula 5 – 2/maio
A Revolução Cubana, ontem e hoje. O Bogotazo. O governo Jacob Arbenz na Guatemala. – Prof. José Reinaldo 

Aula 6 – 16/maio:
Formação dos partidos e movimentos populares e de esquerda na América Latina e Caribe. A tradição nacional-popular (Sandino, Haya de La Torre, México), a tradição socialista e comunista. – Prof. Valter Pomar 

Aula 7 – 23/maio:
O imperialismo estadunidense. – Prof. Breno Altman

Aula 8 – 11/julho:
A resistência popular ao neoliberalismo: as lutas sociais na Bolívia 1985-2000; o MST; o Caracazo; o levante zapatista; as guerrilhas colombianas; campanha anti-Alca; o Forum Social Mundial; luta e articulações sindicais; o Foro de São Paulo. – Profª Tatiana Berringer

Aula 9 – 18/julho:
América Latina hoje: a reação fascista e ultraliberal, a resistência popular e de governos progressista e de esquerda. – Prof  Marcelo Buzetto

Aula 10 – 25/julho:
O Consenso de Washington e a primeira onda neoliberal. Os governos da Concertación no Chile. – Profª Maria Carlotto

Aula 11 e 12 – 8/agosto:
10h
– As ditaduras militares entre as décadas de 1960 e 1980. A UP chilena e o governo Alvarado no Peru. O governo Omar Torrijos. A esquerda frente às ditaduras militares. – Prof Valter Pomar
19h – O ciclo de governos progressistas e de esquerda, das vitórias eleitorais aos golpes. – Prof Valter Pomar

Aula 13 – 22/agosto:
14h – A revolução do Haiti. – Prof. Everaldo Andrade